<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818</id><updated>2012-01-01T03:05:50.667Z</updated><title type='text'>Arqueologia: Teoria, Método, Ética e Valores.</title><subtitle type='html'>Este blog, é para quem tenha vontade e curiosidade de aprender, bem como para quem tenha vontade de ensinar e discutir ideias. Os assuntos são sérios e visam os que procuram encontrar respostas para perguntas que atormentam muitos dos que andam nos palcos da Arqueologia. Por isto esperamos o contributo de todos aqueles que possam colaborar…</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Um arqueólogo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05357206901716285006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-653753407825323344</id><published>2008-08-26T19:21:00.004+01:00</published><updated>2008-08-26T19:33:43.131+01:00</updated><title type='text'>Informar</title><content type='html'>&lt;div&gt;É com grande satisfação que a APAI vê confirmados os primeiros apoios à CNAI'08.  E é também com a satisfação da sociedade em geral (creio!)...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A 3ª Conferência Nacional de Avaliação de Impactes conta já com o apoio de diferentes entidades. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lZYhapuIZfM/SLRKxV_moeI/AAAAAAAAABw/M8ss9NtY8N0/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5238894478116692450" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lZYhapuIZfM/SLRKxV_moeI/AAAAAAAAABw/M8ss9NtY8N0/s200/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Finalmente existe empenho visível para com o ambiente e a avaliação de impactes em Portugal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Consultar:  &lt;a title="http://www.apai.org.pt/index.php?idmenu=" href="http://www.apai.org.pt/index.php?idmenu=82"&gt;CNAI'08&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-653753407825323344?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/653753407825323344/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=653753407825323344&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/653753407825323344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/653753407825323344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/08/informar.html' title='Informar'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lZYhapuIZfM/SLRKxV_moeI/AAAAAAAAABw/M8ss9NtY8N0/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-7997289194501364018</id><published>2008-07-01T08:39:00.004+01:00</published><updated>2008-07-03T17:59:04.228+01:00</updated><title type='text'>A dita neurose nacional manifesta-se assim?!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Podem orgulhar-se os arqueólogos! Cada vez que surgem questões inter pares, aqueles que desenvolvem o seu trabalho com vista à preservação dos vestígios e do conhecimento sobre o passado, resolvem e saneiam no imediato todos os problemas, a bem do objectivo que lhes dirige a vontade! Não importa se estão numa autarquia ou se estão numa empresa ou numa outra entidade. Na verdade coage-os sempre um respeitável princípio: a promoção da identidade colectiva! Bonito de se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há poucos meses atrás aconteceu a história de um proprietário que viu a sua obra embargada pelo arqueólogo da autarquia. Ficou perplexo, uma vez que tinha arqueólogo na obra e este, o arqueólogo contratado numa empresa, tinha enviado à entidade de tutela todo o processo inerente ao serviço e tinha já autorização verbal para desenvolver os trabalhos de acompanhamento. Aliás, várias vezes contactou a entidade de tutela a confirmar a autorização. Mas a obra parou. Parou e estacou vários meses. E ficou parada mesmo depois de se receberem todos os ofícios necessários. Mas com certeza foi muito melhor assim. Há que fazer o povo gastar dinheiro! E amostra-se a vã cobiça e a vã glória de mandar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fantochadas destas acontecem pelo país inteiro. Ora o arqueólogo dali, ora o arqueólogo daqui, ora o arqueólogo que não tem poiso, ora, ora… Mas, afinal, com que linha é que nos cosemos? Onde pára o espaço de acção de um e onde começa o espaço do outro? Onde está a verdade última, aquela que devemos seguir? Onde está escrito o que é de César e o que não é? Será que nunca mais se percebe a palhaçada que é não decidirem o que é mais importante e qual a tarefas de cada um e que exigência devem fazer ao coitado do poluidor pagador que tem que pagar o que é de todos?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blogs e chats e jornais e rádios e reuniões e barulho. Até onde seguem com estas desavenças? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-7997289194501364018?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/7997289194501364018/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=7997289194501364018&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/7997289194501364018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/7997289194501364018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/07/dita-neurose-nacional-manifesta-se.html' title='A dita neurose nacional manifesta-se assim?!'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-4581294438358992805</id><published>2008-05-04T18:12:00.004+01:00</published><updated>2008-05-04T18:28:52.223+01:00</updated><title type='text'>A Atenção do Arqueólogo</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_37SqazYopu4/SB3xraVKPfI/AAAAAAAAAAM/FnHbYBkV3zM/s1600-h/3b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196575273160162802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 298px; CURSOR: hand; HEIGHT: 253px" height="215" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_37SqazYopu4/SB3xraVKPfI/AAAAAAAAAAM/FnHbYBkV3zM/s320/3b.jpg" width="273" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mesmo reconhecendo que há arqueólogos que acreditam numa arqueologia de campo onde a técnica esteja separada da interpretação, o certo é que, cremos, todos têm a noção de que a nossa mente apenas representa cópia do mundo. A complexidade e interactividade dos processos cognitivos, como a atenção, a percepção e a memória são confirmadas se considerarmos que nem sempre vemos o que está à nossa frente ou percebemos o que os olhos vêem.&lt;br /&gt;Afinal, que estímulos condicionam a focagem da nossa atenção, num contexto de escavação arqueológica ou acompanhamento arqueológico? Com certeza que a percepção de um conhecimento prévio de experiências passadas, relevantes para a situação em causa, fomentam no cérebro o processo iniciado com a actuação sensorial.&lt;br /&gt;Segundo o cognitivismo o indivíduo sujeito recria o seu universo em cada acção que tem com ele. Devemos então estar cientes de que não percebemos tudo o que se passa à nossa frente. Ora, se é verdade que a mente permanece cega para os estímulos não seleccionados, também é verdade que se procuramos um estímulo específico, não veremos outros ângulos.&lt;br /&gt;Então, temos que ter consciência de que em arqueologia um sujeito, mesmo embebido de todas as teorias e conhecedor de todas as técnicas e métodos, não pode agir sozinho! Se pretendemos defender um trabalho científico, temos então que reconhecer a subjectividade de cada um e um maior rigor científico na confirmação intersubjectiva!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOU, G. I. (2006). Atenção Selectiva: um estudo sobre a cegueira por desatenção. IN www.psicologia.com -O portal dos Psicólogos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-4581294438358992805?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/4581294438358992805/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=4581294438358992805&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/4581294438358992805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/4581294438358992805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/05/ateno-do-arquelogo.html' title='A Atenção do Arqueólogo'/><author><name>Um arqueólogo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05357206901716285006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_37SqazYopu4/SB3xraVKPfI/AAAAAAAAAAM/FnHbYBkV3zM/s72-c/3b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-6869594323726451563</id><published>2008-04-25T23:23:00.002+01:00</published><updated>2008-04-25T23:49:57.940+01:00</updated><title type='text'>O Verdadeiro Poder</title><content type='html'>Está ultrapassado o tempo em que se acreditava que a natureza se devia submeter ao poder da Razão humana, hiperbolizando-se o conhecimento objectivo e científico. Está ultrapassado o tempo em que se acreditava que alguns iluminados poderiam trazer a solução para os problemas que envolvem e dizem respeito a todos os entes (sociais).&lt;br /&gt;Hoje, uma vez que todas as pessoas são (ou deveriam ser), ao mesmo tempo, dotadas de poder e sofredoras da sua acção, um consenso social derivante da Acção Comunicativa, como a defendeu Habermas e um entendimento recíproco, parecem-no o único um caminho possível para fortalecer a transformação necessária na esfera da arqueologia.&lt;br /&gt;O verdadeiro domínio da situação iniciar-se-ia com a dissecarcação dos conceitos inerentes à actividade, atingindo, forçosamente, todos os indivíduos envolvidos. Apenas desta forma a sociedade se ajuntaria e procuraria proteger o que reconhecia. Assim, todos, cada um com o seu contributo, participariam na produção de conhecimento sobre o património, resultante de uma dialéctica constante entre trajectórias individuais e operadores colectivos, guardando-se, assim, elementos do passado colectivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHEVITARESE, L. (2001). As razões da Pós Modernidade. IN Analógos. Anais da I SAF-PUC. RJ&lt;br /&gt;GUILLAUME, M. (2003). A política do Património. Campo das Ciências, Porto.&lt;br /&gt;GONÇALVES, M. (1999). Teoria da ação comunicativa de Habermas: Possibilidades de uma ação educativa de cunho interdisciplinar na escola. IN Educação &amp;amp; Sociedade, ano XX, nº 66, (Abril), pp. 125-140, [em linha], 2007, http://www.scielo.br/pdf/es/v20n66/v20n66a6.pdf [consultado em 2007-08-02]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S- E Já lá vão &lt;span style="font-size:180%;"&gt;2&lt;/span&gt; Anos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-6869594323726451563?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/6869594323726451563/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=6869594323726451563&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/6869594323726451563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/6869594323726451563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/04/o-verdadeiro-poder.html' title='O Verdadeiro Poder'/><author><name>Um arqueólogo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05357206901716285006</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-4210063943800777382</id><published>2008-04-15T14:57:00.002+01:00</published><updated>2008-04-15T15:02:10.857+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Condições Laborais na Arqueologia: balanços e perspectivas"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Arqueólogos querem ordem ou sindicato&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Cerca de 40 arqueólogos defenderam, ontem, em Coimbra, a criação de uma ordem ou sindicato mais representativo do sector. Quantos arqueólogos trabalham e como trabalham, foram as questões sobre as quais reflectiram os profissionais da arqueologia num debate organizado pela Secção de Arqueologia do Ateneu de Coimbra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Licínia Girão. JN de 13.04.08.&lt;br /&gt;Leia mais em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://jn.sapo.pt/2008/04/13/sociedade_e_vida/arqueologos_querem_ordem_sindicato.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://jn.sapo.pt/2008/04/13/sociedade_e_vida/arqueologos_querem_ordem_sindicato.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-4210063943800777382?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/4210063943800777382/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=4210063943800777382&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/4210063943800777382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/4210063943800777382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/04/condies-laborais-na-arqueologia-balanos.html' title=''/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-625669847498018595</id><published>2008-03-19T16:38:00.002Z</published><updated>2008-03-19T16:41:39.319Z</updated><title type='text'>Post-processualism, professionalization and archaeological methodologies. Towards reflective and radical practice</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;In recent years the gap between archaeological theory and practice has been closing, but although there have been calls for ‘reflexivity’, there has been little critical examination of its meanings. Proposed reflexive methodologies still perpetuate many traditional hierarchies of power, and fail to consider the creative nature of excavation and post-excavation. Much archaeological work in Britain, Europe and North America also takes place within the commercial sphere, and post-processual ideas cannot advance archaeological practice unless they can be implemented in contract archaeology. This paper examines theoretical considerations of reflexivity, representation, subjectivity and sensual engagement to highlight their relevance to everyday archaeological practice, and their political potential to undermine existing hierarchies of power within commercial archaeology.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Transcrito de : &lt;/span&gt;&lt;a href="http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract?aid=182707"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract?aid=182707&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-625669847498018595?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/625669847498018595/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=625669847498018595&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/625669847498018595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/625669847498018595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/03/post-processualism-professionalization.html' title='Post-processualism, professionalization and archaeological methodologies. Towards reflective and radical practice'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-3519086805799230603</id><published>2008-03-11T17:12:00.008Z</published><updated>2008-03-12T08:55:01.001Z</updated><title type='text'>Exposições</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Max Weber refere o Estado como responsável pela organização e controle social. Maquiavel define Estado como a sociedade política com regras que facilitam a convivência de seus membros. Finalmente, a ideologia democrática defende a equação Estado = povo ="interesse público". É nesta equação que nos queremos apoiar.&lt;br /&gt;Há duas semanas atrás, o ministro da cultura relatou na TSF que a futura actuação do governo prevê um maior envolvimento de diferentes entidades e da sociedade civil nas suas actuações. Advoga a necessidade de fortalecer a cultura, importante bastião da coesão nacional, da identidade nacional.&lt;br /&gt;Neste ponto é importante aclarar que não podemos abranger a sociedade se esta não se mantiver formada, informada e sensibilizada; depois sim pode ser realmente responsabilizada, chamada a intervir e a actuar. Por outro lado o governo precisa de saber o que a sociedade necessita, o que é benéfico. E isso deve fazê-lo auscultando as entidades representativas, informadas, que possam então fazer a ligação entre o Estado e o todo social. Mas, no que toca à Arqueologia, o Estado nem tão-pouco consulta quem quer que seja.&lt;br /&gt;No Debate, o arqueólogo J. Arnaut aclarou que a entidade a que pertence, a AAP, teve representação junto dos antigos IPPC e IPPAAR, mas já não no período de vigência do IPPAR e IPA… e continua referindo as dificuldades inerentes e sequentes à aprovação do PRACE, aprovado pelo Governo através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 124/2005, de 4 de Agosto. Na verdade o IGESPAR ainda nem sequer “arrancou” e nas Direcções Regionais pode existir confiança política, mas confiança técnica…&lt;br /&gt;No mesmo Debate admitiu-se a rapidez de mudança ocorrida nos últimos tempos. Esta criou, crermos, mais dualidades e não houve preocupação em articular a arqueologia científica/programada e a de emergência. E este ponto é essencial para que o novo período mantenha os pés bem assentes nos conceitos primeiros da disciplina (considerando a técnica a metodologia e a teoria). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O retorno social, mesmo concordando com J. Bugalhão quando referia que a produção científica é o que devemos à sociedade, não cremos que este seja desenvolvido na maior parte do país, na maior parte das intervenções e por todos os arqueólogos. E ademais, mesmo assim: será que a sociedade recebe, entende? Sendo ela formada por indivíduos com diferentes formações e aptidões…&lt;br /&gt;O IPA possibilitou a desenvoltura da legislação europeia em Portugal ou a legislação europeia trouxe uma ajuda para que o IPA continuasse a luta que o IPPC e outros já travavam antes… na verdade o que foi feito ou quem o fez, tampouco importa! É preciso é que se faça mais. E são os arqueólogos das diferentes entidades (públicas e privadas) que têm que analisar o que está mal, fazer e exigir que se faça melhor.&lt;br /&gt;Continuamos a achar que a arqueologia dita preventiva se confunde com a arqueologia de emergência em vez de se aproximar da arqueologia programada e “mais científica”. Disse-se no Debate que o acompanhamento arqueológico, pouco claro na legislação vigente, produz muito conhecimento… pois então é altura de o esclarecer e aceitar que se deve escavar o menos possível e que se torna imperioso aproximar a nossa arqueologia de emergência daquela programada para que não se percam tantos dados. E se o Estado deve apoiar a investigação, que apoie a arqueologia de emergência para que esta se transforme numa arqueologia similar à preventiva e a preventiva caminhe para perto da programada e “mais científica”! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porque os 700 a 800 arqueólogos do país são muitos sujeitos e diferentes, torna-se necessária a autoregulação por meio de uma Ordem e o investimento numa formação de activos. O problema dos arqueólogos, ou os vários problemas, não se resumem a uma necessidade de lutar pelos direitos, mas passam primeiro pela apreensão das questões éticas e deontológicas inter pares, pela consciência de que pertencemos a um grupo de sujeitos que estuda um mesmo objecto. Depois sim, pertencendo a esta ou àquela entidade, estando neste ou naquele cargo criamos o tal sindicato. Porque não é nobre de todo, nem beneficia a boa arqueologia… fazer trabalhos a baixo preço mata a fome no momento, mas beneficia o flagelo da miséria!&lt;br /&gt;E siga uma fiscalização capaz. Mais centrada ou mais descentralizada, conforme os meios, conforme a coordenação e a articulação. Porque é bom descentralizar e estar mais perto da área de acção, mas também são precisos meios e uma boa articulação com o centro e uma boa coordenação.&lt;br /&gt;É preciso confiança e diálogo. Apesar do que não temos... não podemos baixar a testa e acobardar-se. Tal como referia L. Raposo: não há que ter vergonha porque muito se tem feito.&lt;br /&gt;E muito se há-de ainda fazer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;DEBATE= primeiro Debate organizado pela Almadan&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-3519086805799230603?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/3519086805799230603/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=3519086805799230603&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/3519086805799230603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/3519086805799230603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/03/exposies.html' title='Exposições'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-3214076218228480644</id><published>2008-02-28T11:06:00.003Z</published><updated>2008-02-28T11:12:56.717Z</updated><title type='text'>Informar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Encontram-se abertas as candidaturas à 2.ª edição do prémio atribuído anualmente pela APAI ao melhor Resumo Não Técnico (RNT) de Estudo de Impacte Ambiental (EIA) - Prémio «Melhor RNT» 2008. Considerando que a participação pública é um dos elementos chave do processo de AIA e que o RNT é uma das peças essenciais dessa participação, a APAI instituiu este Prémio com o objectivo de chamar a atenção das entidades envolvidas e da sociedade em geral para a importância da participação pública na AIA, bem como estimular a melhor prática e a inovação na elaboração do RNT.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ver em &lt;/span&gt;&lt;a class="moz-txt-link-abbreviated" title="mailto:apai@apai.org.pt" href="mailto:apai@apai.org.pt"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;apai@apai.org.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-3214076218228480644?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/3214076218228480644/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=3214076218228480644&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/3214076218228480644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/3214076218228480644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/02/informar.html' title='Informar'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-4203799460062612092</id><published>2008-02-23T18:03:00.008Z</published><updated>2008-02-24T12:31:17.237Z</updated><title type='text'>É fundamental falar a uma só voz (é por isto que estamos de volta!)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cada vez mais arqueólogos sentem a necessidade de analisar o estado da nação. É preciso que o façam de forma concreta e proveitosa. Este tema lança-nos novamente para as considerações de Jürgen Habermas e induz-nos a defender um efectivo envolvimento de todos os agentes existentes no processamento do conhecimento arqueológico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Exorta-nos, num primeiro plano, a pugnar a favor da união entre a teoria e prática, nos diferentes momentos e espaços de acção do arqueólogo, promovendo a auto reflexão. Este princípio do auto conhecimento implica que cada um se debruce sobre a validade dos fundamentos que promovem a sua actuação, enquanto actor, intra-sociedade. Dispensando qualquer cisão entre os profissionais de arqueologia, procurar-se-ia substitui-la pelo debate no seio da classe, produzindo-se um código de conduta e de valores éticos capazes de accionar uma lógica prática. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Num outro patamar, sempre de acordo com a lógica referida e considerando a arqueologia parte integrante do argumento espacial e temporal (onde o ritmo crescente das mudanças a que assistimos, influenciam claramente os diferentes olhares sobre esta disciplina), impõe-se a redefinição da sua missão, arrastando a prática do debate à restante sociedade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Seguindo os preceitos da acção comunicativa de Habermas, tomando a concepção do domínio prático, a interacção humana social e/ou a intersubjetividade da compreensão mútua de intenções, parece-nos indispensável que haja uma maior interligação entre os arqueólogos e os outros actuantes, interligando-os um fio condutor: a procura de conhecimento e protecção do Património. E este envolvimento de todos acontece quando houver formação e informação que permita a toda a sociedade perceber que o passado e o presente não são compartimentos estanques, mas que brotam um do outro e todos estamos integrados neles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Habermas retoma o projecto histórico-filosófico da modernidade, atribuindo à opinião pública a função de legitimar o domínio político por meio de um processo crítico de comunicação, sustentado nos princípios de um consenso racionalmente motivado. Pelo que a participação na discussão da construção de novos paradigmas e o consenso de todos constitui um mecanismo privilegiado de tomada de consciência e portanto de responsabilização: entre arqueólogos integrados num mesmo tipo de entidades, entre arqueólogos insertos em diferentes entidades e entre todos os parceiros sociais, proporcionando uma maior articulação entre o Estado e a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assim, novas medidas, debatidas em grupo, implicariam mais e melhor sensibilização, coordenação, articulação, auto-responsabilização, fiscalização e, a ser necessário, punição. O consenso social derivaria da Acção Comunicativa, corresponderia a uma orientação que responde ao interesse cognitivo por um entendimento recíproco e ao interesse prático pela manutenção de uma intersubjetividade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;Biblio: Habermas, J. (1962, 1994). The Structural Transformation of the Public Sphere, Cambridge, Polity Press.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-4203799460062612092?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/4203799460062612092/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=4203799460062612092&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/4203799460062612092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/4203799460062612092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/02/fundamental-falar-uma-s-voz-por-isto.html' title='É fundamental falar a uma só voz (é por isto que estamos de volta!)'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-4038607193713445495</id><published>2008-02-21T08:55:00.006Z</published><updated>2008-02-21T21:48:30.342Z</updated><title type='text'>A Arqueologia em Revista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O grande debate nacional que muitos desejavam, descentralizado pelo país e com continuidade no ciberespaço.&lt;br /&gt;Com um programa descentralizado territorialmente e um modelo que privilegia assumidamente a participação colectiva… uma oportunidade para tratar, no lugar próprio, com ponderação e sustentação, as problemáticas que marcam o presente e condicionam o futuro da Arqueologia portuguesa.&lt;br /&gt;…um Ciclo de Debates para reflexão alargada da situação actual da Arqueologia portuguesa…&lt;br /&gt;Pretende-se reunir os profissionais da área, mas também das disciplinas científicas que com ela interagem de forma cada vez mais intensa e multidisciplinar...&lt;br /&gt;… apreender o processo de transformação da disciplina no último quarto de século, tanto no plano dos mecanismos de produção e difusão do conhecimento científico, como no da sua necessária sociabilização. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Temas de Debate&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Arqueologia e Poder&lt;br /&gt;Arqueologia e Arqueólogos&lt;br /&gt;Arqueologia e Sociedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Lisboa (1 de Março) Museu Nacional de Arqueologia 10-18 horas&lt;br /&gt;2. Porto (8 de Março) Local em confirmação 10-18 horas&lt;br /&gt;3. Faro (15 de Março) Museu Municipal de Faro (Largo Afonso III, 14) 15-19:15 horas&lt;br /&gt;4. Beja (29 de Março) Local em confirmação 15-19:15 horas&lt;br /&gt;5. Conimbriga (5 de Abril) Museu Monográfico de Conimbriga [em confirmação] 10-16:30 horas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Organização do Centro de Arqueologia de Almada / Revista Al-Madan com parceria da Associação Profissional de Arqueólogos e da Associação dos Arqueólogos Portugueses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver, estas e outras informações, na fonte:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://almadan.cidadevirtual.pt/Próximo%20(geral).htm"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;http://almadan.cidadevirtual.pt/Próximo%20(geral).htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-4038607193713445495?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/4038607193713445495/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=4038607193713445495&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/4038607193713445495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/4038607193713445495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2008/02/arqueologia-em-revista.html' title='A Arqueologia em Revista'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-3807356723472356139</id><published>2007-06-27T23:15:00.001+01:00</published><updated>2007-06-28T08:51:41.410+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_lZYhapuIZfM/RoNodlznznI/AAAAAAAAAA0/xJqmjauTR0g/s1600-h/PrismAndLight.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081019662178176626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_lZYhapuIZfM/RoNodlznznI/AAAAAAAAAA0/xJqmjauTR0g/s200/PrismAndLight.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_lZYhapuIZfM/RoLhpFznzmI/AAAAAAAAAAs/DkoeAOHqX6s/s1600-h/PrismAndLight.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;Foto in &lt;a href="http://es.wikipedia.org/"&gt;http://es.wikipedia.org/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;wiki/Imagen:PrismAndLight.jpg&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-3807356723472356139?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/3807356723472356139/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=3807356723472356139&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/3807356723472356139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/3807356723472356139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2007/06/foto-in-httpes_27.html' title=''/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_lZYhapuIZfM/RoNodlznznI/AAAAAAAAAA0/xJqmjauTR0g/s72-c/PrismAndLight.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-8753919166496747014</id><published>2007-05-25T13:53:00.000+01:00</published><updated>2007-05-25T13:55:12.188+01:00</updated><title type='text'>De la concurrence en archéologie</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Le travail de terrain, autrement dit la " fouille" pour faire bref, n'est pas une activité technique même si le déroulement de l'opération implique la manipulation d'outils techniques. La fouille archéologique n'a pas pour objet de "dégager" des structures, ni de "mettre au jour" des éléments du patrimoine enfoui. Elle a pour but la compréhension détaillée des phénomènes d'enfouissement, des contextes stratifiés et de leur évolution, tous éléments essentiels pour pouvoir prétendre reconstituer le fonctionnement d'une société disparue d'après les vestiges matériels retrouvés. Chaque geste technique, dans une fouille archéologique, est le résultat d'un choix scientifique et cet entrelacement permanent implique qu'il est illusoire de vouloir séparer une phase scientifique et une phase technique."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IN http://f.echasseriaud.free.fr/telechar/archprev/cnra1504.pdf&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-8753919166496747014?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/8753919166496747014/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=8753919166496747014&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/8753919166496747014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/8753919166496747014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2007/05/de-la-concurrence-en-archologie.html' title='De la concurrence en archéologie'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-7092503709183965538</id><published>2007-04-25T15:58:00.000+01:00</published><updated>2007-04-25T16:16:41.167+01:00</updated><title type='text'>Além do IGESPAR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não nos interessa possuir um espaço onde já tenham acedido milhares de visitantes, nem receber dezenas de comentários. Importa-nos sim respeitar o compromisso que assumimos connosco mesmos: continuar a trazer para o debate assuntos que cremos de importância para a arqueologia portuguesa.&lt;br /&gt;E, afinal, há sempre alguns indivíduos que acompanham este blog respeitosamente, contribuindo, de uma forma ou de outra, para a sua continuidade e para que se acredite que um dia tudo será diferente!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste primeiro ano de existência chamamos a atenção para a falta de debates sobre a actividade arqueológica actual, sobre os posicionamentos teóricos que orientam o trabalho do grupo e indispensáveis para o progresso da investigação. As questões de ética e de deontologia profissional foram igualmente insígnias consideradas como importantes para determinar a coesão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas observámos que continua a existir uma certa relutância, por parte de alguns colegas, em combater por certas questões consideradas quase tabu! Os oradores são poucos talvez porque haja falta de audiência. Falta a discussão pública e a crítica, podendo daí resultar uma disciplina estagnada, pelo menos para grande parte dos profissionais. E estes profissionais podiam ganhar força se um efectivo espírito de equipa funcionasse como pedra angular para a edificação de uma arqueologia profissional. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário, continuaremos a ter um “despejo” anual de mão-de-obra, completamente sem preparação para a difícil tarefa de ser um arqueólogo no presente. Insistiremos num alimentar da descrença na luta por uma profissão mais estável e que permita a pesquisa cuidada. Repetiremos ou veremos repetir a realidade de alguns colegas a serem usados como “carne” para canhão. Arranjaremos (para o futuro) uma manta de retalhos com tantos sítios arqueológicos inventariados. Receberemos um organismo de tutela novo, mas que não resolve os assuntos aqui referimos...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E sustentaremos uma realidade onde a falta de creditação de todas as entidades envolvidas na arqueologia e a falta de um organismo que nos represente e nos defenda façam de nós (uns) fracos…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para onde nos encaminhamos?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-7092503709183965538?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/7092503709183965538/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=7092503709183965538&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/7092503709183965538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/7092503709183965538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2007/04/alm-do-igespar.html' title='Além do IGESPAR'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-117602935127500097</id><published>2007-04-08T11:46:00.002+01:00</published><updated>2008-03-18T21:01:58.921Z</updated><title type='text'>Ética, Simplesmente ética...</title><content type='html'>Com a globalização, a preocupação com a ética empresarial aumentou e corporações de todas as partes do mundo buscaram uma atitude mais condizente com essa realidade. Este comportamento tornou-se a base da seriedade e da competência de uma empresa.&lt;br /&gt;Porém, apesar de já vivermos uma economia globalizada, a ética empresarial na arqueologia esta distante desta realidade. As empresas ainda não conseguiram equacionar correctamente suas preocupações naturais com o lucro, a qualidade do seu trabalho e a ética das suas acções.&lt;br /&gt;Actualmente, os comportamentos de algumas empresas são questionados por alguns membros da comunidade arqueológica. Temos o direito de querer saber qual tem sido a colaboração das empresas para uma série de questões relevantes para a produção do conhecimento científico.&lt;br /&gt;A arqueologia empresarial possui um compromisso com a produção científica que raramente é cumprido. Num meio marcado pela competição e busca do lucro fácil, a ética empresarial deveria ocupar o seu espaço como instância crítica num meio geralmente hostil às boas regras de conduta.&lt;br /&gt;Porém, tal facto não acontece. As discussões no campo da ética empresarial para arqueologia são escassas. Para muitas empresas não é interessante uma discussão deste tema, pois poderia “dificultar” suas metas de crescimento! E traria consigo muitas implicações de valores e normas. Além disto, estamos no meio de uma comunidade que, cada vez mais, está despojando a ética de qualquer tipo de sentido.&lt;br /&gt;Quando praticamente tudo globalizado, fica para trás, caindo quase que no profundo esquecimento, a ética. Na arqueologia deve ser promovida urgentemente a globalização da ética e deontologia, a fim de que as relações dentro da comunidade científica se pautem pelo respeito à dignidade humana, pela potencialidade de cada pessoa, pelo compromisso científico e pela própria preservação da profissão.&lt;br /&gt;É urgente uma discussão ética no campo da arqueologia empresarial, ultrapassando os limites de tímidas reflexões indo até o cerne da questão. É urgente que todos os arqueólogos se sintam à vontade para falar dos problemas existentes, procurando colmatá-los.&lt;br /&gt;Será possível uma arqueologia justa sem a devida valorização de todas as potencialidades de um arqueólogo?&lt;br /&gt;Reflictam…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-117602935127500097?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/117602935127500097/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=117602935127500097&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117602935127500097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117602935127500097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2007/04/tica-simplesmente-tica.html' title='Ética, Simplesmente ética...'/><author><name>Sergio Pereira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Oy33a3_ksuw/Tt8XBBmZMCI/AAAAAAAAAE8/YZV-x5eyxGQ/s220/DSC_4873b-700-PB%2Bperfil.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-117543746838413235</id><published>2007-04-01T15:20:00.000+01:00</published><updated>2007-04-01T15:24:28.400+01:00</updated><title type='text'>Os 5 Mais</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2732/2729/1600/866872/vis??o"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2732/2729/320/218057/vis%3F%3Fo%205%20mais.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-117543746838413235?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/117543746838413235/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=117543746838413235&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117543746838413235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117543746838413235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2007/04/os-5-mais.html' title='Os 5 Mais'/><author><name>Sergio Pereira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Oy33a3_ksuw/Tt8XBBmZMCI/AAAAAAAAAE8/YZV-x5eyxGQ/s220/DSC_4873b-700-PB%2Bperfil.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-117466158793792359</id><published>2007-03-23T15:52:00.000Z</published><updated>2007-03-24T11:42:18.210Z</updated><title type='text'>Leituras</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1969/2931/1600/621390/esc_chao.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 112px; CURSOR: hand; HEIGHT: 97px" height="93" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1969/2931/320/97832/esc_chao.jpg" width="143" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A directiva Europeia sobre a AIA surgia em 1985 e referia-se aos efeitos de projectos públicos e privados sobre o ambiente, apresentando uma lista de projectos para os quais a AIA era obrigatória. Assim, Estudos Prévios de Impacte Ambiental e Estudos de Impacte Ambiental surgiam como duas etapas de intervenção. Tomámos algumas frases do texto escrito há 11 anos atrás: “… aquilo que se identifica no trabalho de campo de um EIA (…) nem sempre permite estabelecer todo o contexto histórico subjacente e portanto a real importância dos achados que (…) poderão mais tarde comprometer (..) o significado do conjunto..” Assim se disse da arqueologia preventiva, assim acontece com a arqueologia de emergência que variadas entidades e diferentes arqueólogos têm feito…perdemos o significado do conjunto. Será que é isso que interessa à sociedade? Será que é isso que interessa aos arqueólogos? “É aqui que cada arqueólogo, individualmente, deverá assumir a sua cota parte de responsabilidade…” “O futuro do arqueólogo joga-se cada vez mais na adopção de uma ética profissional e na sua responsabilidade social …” Há uma década que se pensou e se escreveu assim. Uma década repleta de mudanças. Que falhou? Que haverá ainda por fazer? O texto refere “A ausência desta estruturação resulta em que, muitas vezes, são outras profissões (engenheiros, arquitectos, juristas, etc.) que fiscalizam a qualidade profissional do trabalho dos arqueólogos.” Oh… que pena… principalmente se pensarmos que esta situação resulta da nossa incapacidade de diálogo e de agregação! O nosso preconceito? A nossa inveja?... Não existia Ordem. Não existe hoje ordem, mas impera a desordem. Precisamos nós de uma Ordem? Somos capazes de dialogar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Tomámos algumas frases do texto: “Estudos de impacte…” por João Pereira e Ivone Martins, IN Almadan, II série, n.º 4, Outubro 95, pp. 87 – 93 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte imagem: &lt;a href="http://upf.tche.br/~pasqualotti/hiperdoc/natural.htm"&gt;http://upf.tche.br/~pasqualotti/hiperdoc/natural.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-117466158793792359?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/117466158793792359/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=117466158793792359&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117466158793792359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117466158793792359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2007/03/leituras_23.html' title='Leituras'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-117266403562318632</id><published>2007-02-28T11:59:00.000Z</published><updated>2007-02-28T12:00:35.640Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1969/2931/1600/405521/luz.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1969/2931/320/972839/luz.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-117266403562318632?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/117266403562318632/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=117266403562318632&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117266403562318632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117266403562318632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2007/02/blog-post.html' title=''/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-117218692797507941</id><published>2007-02-22T23:25:00.000Z</published><updated>2007-02-22T23:28:47.990Z</updated><title type='text'>Uma nova entidade para uma velha cobiça</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A normatividade sempre se exprimiu de diferentes formas, no sentido de aperfeiçoar a justeza na convivência social. Mas a noção de justiça e equidade acabaram por levar à criação automatizada do Direito, provando que esta busca, perseguida por homens falíveis e finitos, apenas se pode afastar do parcial por meio da discussão das versões diversas. Sócrates introduziu a dialéctica, procurando a justeza por meio de premissas que deveriam ser debatidas e comprovadas nos diálogos públicos. Um sujeito cognoscente, sabemos, tem a sua análise sobre um assunto, mas diferentes sujeitos têm diversas interpretações e a hermenêutica e a retórica poderão ser um caminho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os códigos estabelecidos em 1997 e 98 – Code of pratctice for european archaeologists e Principles of conduct for archaeologists involved in contract archaeological work -seguiam o estabelecido na Convenção de Malta, que entretanto se adaptou à diferenças entre o Direito Romano e a lei Anglo-Saxónica, nos diferentes países envolvidos. Parece estar tudo bem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos numa sociedade pós moderna, prenhe de relativismo epistémico e a razão já não é libertadora e não pode cumprir a promessa de estabilidade e igualdade. Parece correcto que a lei fundeada na prática social se deve recriar, combatendo as rudes imposições da razão objectiva. Mas como continua a ser necessário seguir normas… que entidade e que lei precisamos para desenvolver a melhor arqueologia? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-117218692797507941?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/117218692797507941/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=117218692797507941&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117218692797507941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117218692797507941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2007/02/uma-nova-entidade-para-uma-velha-cobia.html' title='Uma nova entidade para uma velha cobiça'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-117071831822437568</id><published>2007-02-05T23:29:00.000Z</published><updated>2007-03-23T16:00:13.460Z</updated><title type='text'>Flexissegurança e a Flexisarqueologia.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Seria bom se todos tivéssemos flexissegurança que nos permitisse ter tempo para escrever. Mas porque assim não é, de vez em quando, abandonamos este espaço virtual à mercê dos visitantes, e partimos para a frente de uma máquina que escava a quilómetros de distância e onde o vento é gélido a ponto de nos tirar a vontade de abrir o portátil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tempos ouvimos da boca do Presidente da República o termo Flexissegurança.&lt;br /&gt;Com os novos tempos, a Arqueologia não vai poder ficar à mercê das ondas de uma tendência que é mundial. Por isto, proponho a Flexisarqueologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos como a globalização, na actualidade, condena à morte ideias do tipo: emprego para vida toda, direitos adquiridos, estabilidade e equilíbrio. Enfim, tudo aquilo que desejávamos que fosse oferecido aos trabalhadores. Onde é que anda a Flexissegurança?&lt;br /&gt;Por outro lado, a arqueologia empresarial anda cada vez mais “flexível” que acaba por partir, mais dia, menos dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos um momento em que o conhecimento e a experiência já não possuem peso no valor final do produto. A única coisa que conta é saber fazer diminuir o custo (custe o que custar!) e para isto, a única forma de manter a competitividade é nivelar por baixo. O Conhecimento e a experiência que antes eram invejados e admirados já não possuem lugar. Pelo menos, não neste actual cenário onde se espezinham valores como os direitos sociais, os salários, as horas de trabalho, a saúde, as indemnizações, as reformas, etc. Nada disto possui peso se no outro lado da balança estiver o lucro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes parece que o ideal da arqueologia empresarial passa essencialmente, por uma competição desenfreada em busca de resultados financeiros, com tudo de bom e mau que isto representa…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será este tipo de arqueologia empresarial que queremos?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-117071831822437568?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/117071831822437568/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=117071831822437568&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117071831822437568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/117071831822437568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2007/02/flexissegurana-e-flexisarqueologia.html' title='Flexissegurança e a Flexisarqueologia.'/><author><name>Sergio Pereira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Oy33a3_ksuw/Tt8XBBmZMCI/AAAAAAAAAE8/YZV-x5eyxGQ/s220/DSC_4873b-700-PB%2Bperfil.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-116353437286447349</id><published>2006-11-14T19:52:00.000Z</published><updated>2006-11-14T19:59:32.993Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1969/2931/1600/Damasio.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="140" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1969/2931/200/Damasio.jpg" width="164" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Signo, tempo e consciência: Gilles Deleuze e António Damásio&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Luís Carmelo &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A urgência da actualidade apela a desafios. Um desafio é sempre uma abertura de uma brecha, o percurso de uma lacuna, de uma infecção, ou de uma coligação impensável. A necessidade de desafios aplica-se também às inevitáveis pontes entre as áreas do saber, cujos limites e fronteiras são cada vez mais fluidos. Provavelmente sempre o foram, embora, hoje em dia, a revelação desconstrucionista nos permita uma outra visibilidade desse facto, sob a forma de deriva, de deslize, de jogo entre sistemas de centros sempre deslocáveis.&lt;br /&gt;No presente artigo propomo-nos, nesta linha epistemológica de travessias, percorrer hiatos que atravessam as neurociências e a reflexão semiótica e até filosófica. O tema empurra-nos para a ligação entre virtual e real, mas também para os modos diversos com que a consciência torna em figura os eventos já actuais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE TEXTO: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/carmelo-luis-deleuze-damasio.pdf"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.bocc.ubi.pt/pag/carmelo-luis-deleuze-damasio.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;FONTE IMAGEM: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.uc.pt/Bibzoo/expo.htm"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.uc.pt/Bibzoo/expo.&lt;/span&gt;htm&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.uc.pt/Bibzoo/expo.htm"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-116353437286447349?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/116353437286447349/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=116353437286447349&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/116353437286447349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/116353437286447349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/11/signo-tempo-e-conscincia-gilles.html' title=''/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-116302228086256670</id><published>2006-11-08T21:39:00.000Z</published><updated>2007-03-24T00:52:20.803Z</updated><title type='text'>Qual é o valor de um Arqueólogo? A extensão da racionalidade instrumental.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Apesar do pragmatismo reinante nos dias de hoje, é necessário filosofar, no sentido de raciocinar e ponderar cada situação em que nos encontramos. E neste tipo de consideração vários, senão todos, deveríamos dissecar cada um dos problemas no sentido de melhorar o estado de emergência da arqueologia e do arqueólogo! Voltando a Jürgen Habermas, a quem já fizemos referência há algum tempo, acredito que a única solução é avançar de encontro à sua teoria que advoga na esperança de que todos possamos viver sem violência, sem exploração e sem imperialismo, numa verdadeira democracia, legitimada por um sistema legal. Este filósofo recusa-se a ser pessimista, como nós deveríamos recusar, desejando renovar a democracia, apoderando-se cada um da sua verdadeira liberdade, decorrente da racionalidade e da ética!&lt;br /&gt;Dar a volta à situação de “enorme precariedade” a que Márcia se refere ou questionar o subsídio de desemprego, o direito a licença de maternidade, a estabilidade económica e familiar que Pedrinha Rolante e todos pretendemos, consegue-se apenas se nos unirmos.&lt;br /&gt;O projecto de Habermas, no que toca aos temas da universalidade e da racionalidade, foi questionado pelos pensadores pós modernistas, como Foulcaut, por exemplo, mas acredito que há momentos em que a racionalidade deve ser aplicada a determinadas coisas da vida. Neste caso, no “nosso caso”, acredito no diálogo com objectivos predefinidos, quer por parte das empresas”muitas no mercado”, quer por parte daqueles que não quiseram ou não puderam formar empresa. Deveria analisar-se toda e qualquer situação e mudar o que deve mudar, de forma a todos termos acesso à informação, formação e o poder de discutir. Este poder deve ver-se como estratégia, uma tecnologia que vise melhoramentos.&lt;br /&gt;J. Batista comenta que a “situação dos arqueólogos (…) é terrível”. E continua referindo que “Também passei pelos recibos verdes” Neste caso, sabemos que no mundo do trabalho muita gente que passa por um primeiro emprego em que vive estas situações, mas importa que não o seja eternamente até a corda partir pelo lado mais fraco. Como &lt;a name="c116212259153758184"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="c116216504824538324"&gt;&lt;/a&gt;Alex reforça"...salvaguardar aquilo que foi prometido verbalmente, nem sempre cumprido." O poder não deve visar a opressão, o poder deve fomentar vontade de edificar mais e melhor.A ordem natural seria não receber mão-de-obra recém-licenciada em quantidade em substituição da mão de obra em qualidade que auxiliasse o formando. Mas também a vida do empresário não é fácil, poderiam dizer aos outros simplesmente se crês tão bom, faz a tua empresa… e cairíamos no que se calhar estamos a cair: não há respeito pelo arqueólogo porque para se conseguirem trabalhos, passa-se por cima de… e de… e somos olhados pelos outros que não arqueólogos como… e…&lt;br /&gt;Habermas enfatiza o lado humanista em Marx e escreve sobre as tensões hegelianas entre teoria e prática na filosofia e nisto aprende-se também já que, como no “nosso caso” também as essencialidades do capitalismo e industrialização têm substituído os interesses relacionados com o “mundo da vida” e a “muita asneira em troca de mais uns tostões de lucro no orçamento” … destrói-nos a todos. E Australopitecus XXI lamenta “Cada vez é mais difícil trabalhar nos moldes que foram descritos.”&lt;a name="c116222200750377746"&gt;&lt;/a&gt; Tens razão Bota, o capitalismo está a transformar-nos em máquinas, pior do que os Tempos Mdernos de C. Chaplin, mas continuo a acreditar que ganhamos todos se não nos deixarmos arrastar para a escravidão, sujeitos a um sistema mecanizado. Temos que combater o que Weber afirma como “perda de significado” implantada, impedindo que o trabalho se submeta à deformação que Marx catalogava como “alienação”. As instituições manipulam os indivíduos e não há luta de classes, mas só a “crise”.&lt;br /&gt;O Teko refere a “criação de um sindicato” e Gonçalo Velho ampara a ideia com a “necessidade dos trabalhadores se unirem”. Eu apenas acho que não nos podemos esquecer que somos todos aqueles que se formaram em arqueologia e que todos devemos ver-nos num único lado a defender os “nossos direitos” não apenas das “entidades patronais”, mas de todo o grupo daqueles que lutam em prol do património. Seguindo os ensinamentos de Foucault sobre o poder e conhecimento, deveríamos procurar investigar a genealogia do problema! Perceber o problema e a forma de o solucionar, através do diálogo. E depois podemos fazer alguns ajustamentos. E mudar o que está mal no dia a dia. Afinal o que Marx ofereceu foi uma ideia de irmandade baseada na igualdade, que deve ser conseguida em cada dia, com diálogo e não-violência. Temos que saber gerir as relações entre o universalismo dos direitos do homem neste período de globalização e multiculturalismo.&lt;br /&gt;E agora podemos “desconstruir” estes textos em que cada um dá simplesmente o nome a um exemplo, ou seguir em frente, reunir-se e mudar o que deve e pode ser mudado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-116302228086256670?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/116302228086256670/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=116302228086256670&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/116302228086256670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/116302228086256670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/11/qual-o-valor-de-um-arquelogo-extenso.html' title='Qual é o valor de um Arqueólogo? A extensão da racionalidade instrumental.'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-116205507800143388</id><published>2006-10-28T17:54:00.000+01:00</published><updated>2006-10-30T00:05:47.833Z</updated><title type='text'>A Arqueologia Verde ou a Desvalorização do Arqueólogo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2732/2729/1600/DSC06300a.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2732/2729/200/DSC06300a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Já há algum tempo que se tem falado, no Ciberespaço arqueológico, sobre os mais variados problemas da Arqueologia Empresarial. Porém, até o momento, ainda que alguns intervenientes demonstrem querer aprofundar uma discussão séria, parece que se levanta uma barreira quando se fala em bom senso, respeito, integridades e afins… fala-se de tudo e o principal fica pelo meio do caminho.&lt;br /&gt;Nós, no arqueo-blog, estamos dispostos a levantar sempre questões que achamos necessário serem debatidas pela comunidade arqueológica, bem como por outras pessoas. Umas vezes com “pontapés na gramática”, outras vezes com linguagem mais rebuscada, estamos dispostos a seguir em frente com a nossa luta por um espaço onde possam ser debatidos assuntos ligados a arqueologia, sem qualquer tipo de preconceito ou censura. A única coisa que pedimos é o respeito pela ideia dos outros e que não haja medo de participar.&lt;br /&gt;De acordo com esta forma de pensar, resolvi retomar um assunto que tem sempre ficado por debater, principalmente pelos Empresários da Arqueologia. Vamos colocar a questão desta forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é o valor (em todos os sentidos) de um Arqueólogo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciando pelo lado financeiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na arqueologia dos recibos verdes, alguns colegas tem levantado a voz contra os baixos salários que actualmente estão a ser praticados pela arqueologia empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com alguns exemplos concretos de que tenho conhecimento através de outros colegas ou através da minha própria experiência, temos o seguinte quadro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando por base o cálculo de &lt;span style="color:#ffff00;"&gt;1100,00&lt;/span&gt; euros feitos para 22 dias da trabalho (50,00 dia) e 8 horas diárias temos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1100,00 – 20% Retenção = &lt;span style="color:#ffff00;"&gt;880,00 €&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Agora descontando a Segurança Social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;880,00 – 185,23 De Segurança Social = &lt;span style="color:#ffff00;"&gt;694,77€&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Se calcularmos uma refeição diária feita fora (almoço), ficamos com:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;694,77 – (5,00 x 22 dias) = &lt;span style="color:#ffff00;"&gt;584,77€&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Do valor final de &lt;span style="color:#ffff00;"&gt;584,77&lt;/span&gt;€ ainda teriam que ser descontados, deslocação e manutenção da viatura.&lt;br /&gt;Agora uma pergunta: Quem tem filho(s), pagar casa, alimentação, roupa e bens básicos como água, luz, gás e Internet, que actualmente é indispensável, será que consegue sobreviver com este dinheiro?&lt;br /&gt;E se pensar em frequentar um Mestrado ou Doutoramento?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem querer desvalorizar outros profissionais ou outras profissões, fazemos a seguinte exposição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um técnico formado pela Escola do Freixo ganha em média 45,00 a 50,00/dia.&lt;br /&gt;- Um servente ganha em média 35,00/dia e um pedreiro 50,00 a 60,00/dia com a vantagem de no final da obra não terem que realizar relatórios finais e outras dores de cabeça…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o assunto não fica somente por aqui:&lt;br /&gt;Algumas empresas de Arqueologia optam por (somente) contratar recém-licenciados, pagando salários entre 700,00 € a 900,00 € mensais ou por oferecerem estágios que são participados em parte pelos centros de empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arqueólogos com traquejo aceitam ganhar menos ou são “encostados” e trocados por arqueólogos sem experiência que aceitam ganhar baixos salários.&lt;br /&gt;Estamos perante três tipos de desvalorização: uma salarial, outra científica e a desvalorização do ser humano, que na minha opinião é a pior de todas!&lt;br /&gt;Sem esquecer que quem acaba sendo “encostado”, não tem direito ao fundo desemprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não há aqui nenhum uso nem abuso dos colegas arqueólogos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo do principio que uma pessoa sai da universidade com aproximadamente 23/24, sabemos que possui mais ou menos 10 anos para conseguir alcançar uma estabilidade económica. Mas com o exemplo de salário referido é praticamente impossível, a menos que viva em casa dos pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas questões, que são reais, não devemos evitar falar nelas. Alguns de nós já estiveram dos dois lados: empregador e empregado.&lt;br /&gt;E não esqueçam que também em nome da ética, são ideias e opiniões que pedimos, nunca ataques pessoais.&lt;br /&gt;Obrigado,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-116205507800143388?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/116205507800143388/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=116205507800143388&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/116205507800143388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/116205507800143388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/10/arqueologia-verde-ou-desvalorizao-do.html' title='A Arqueologia Verde ou a Desvalorização do Arqueólogo'/><author><name>Sergio Pereira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Oy33a3_ksuw/Tt8XBBmZMCI/AAAAAAAAAE8/YZV-x5eyxGQ/s220/DSC_4873b-700-PB%2Bperfil.jpg'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-116116040410422851</id><published>2006-10-18T09:28:00.000+01:00</published><updated>2006-10-18T09:33:24.113+01:00</updated><title type='text'>Sentir, dizer, expressar</title><content type='html'>A ciência pode considerar-se umas das maiores proezas da mente humana. Mas o que, de facto, mais importante a ciência nos ensinou, sobre o nosso lugar no universo, é não somos tão especiais…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma forma geral, parece-se certo pensar que o progresso tem sido construído passo a passo, por pessoas singulares, por grupos de pessoas, mas sempre a partir do trabalho dos antecessores. Umas vezes negando-os, outras vezes justificando-os e outras pulando, simplesmente, para fora … Veja-se que Galileu, por exemplo, não esteve sozinho… As rupturas não são efectivamente interrupções, são continuidades, ainda que signifiquem mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda esta aventura torna a história da humanidade um caminho admirável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vale a pena querer separar o indivíduo da sociedade. Cada um reage à sociedade de uma forma única e cada um contribui à sua maneira para a colectividade. Mas somos seres sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ligações entre o sujeito e o objecto, o indivíduo e a sociedade, o sistema e o subsistema (se quisermos usar os termos!) o natural e o cultural, o tempo e o espaço, estiveram sempre lá e continuam a estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredito muito numa versão que defenda um complexo de inferioridade para um ou outro período do tempo, de uma Modernidade para uma Pós Modernidade, por exemplo. Defendo que há uma maior maturação, de temporada para temporada, mas também admito que se está sempre imaturo, porque acabaremos por avançar para um nova época ou um novo paradigma. A aprendizagem é constante, como é usual acontecer com a vida de cada indivíduo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nós, enquanto objecto e sujeito pensantes (com autodeterminação e submetidos à acção de outros agentes), somos susceptíveis a essas diferentes imagens ou sequências da continuidade. Perceber o homem, hoje e ontem, é perceber o argumento. Perceber o arqueólogo, ontem e hoje é querer perceber o tecido inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto sujeitos, parece-me que nunca deveríamos agir sem pensar no nosso objectivo final. E amadurecer, não arrastados pelas outras áreas de acção, mas preocupar-se realmente em chegar ao nosso objecto, sempre aproveitando novas técnicas, novas abordagens...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-116116040410422851?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/116116040410422851/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=116116040410422851&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/116116040410422851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/116116040410422851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/10/sentir-dizer-expressar.html' title='Sentir, dizer, expressar'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-115991052833463599</id><published>2006-10-03T22:14:00.000+01:00</published><updated>2006-10-03T22:22:08.370+01:00</updated><title type='text'>Prática e Moral</title><content type='html'>Durante a leitura de textos do filósofo Jürgen Habermas, apreendi que este concebe as sociedades modernas constituídas por dois mundos: o mundo sistémico e o mundo da vida - os subsistemas económico e político por um lado e o mundo vivencial (“lebeneswelt”), por outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo sistémico orienta-se, através do uso do poder económico e político, procurando meios para chegar aos fins. Objectiva o êxito, o sucesso, a dominação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo da vida, o entendimento e orienta-se pela acção comunicativa que possibilita pensar e analisar as relações sociais quotidianas, espontâneas e padronizadas. Procura o entendimento mútuo, onde se manifestem os variados pareceres, visando o entendimento e o benefício de cada indivíduo e de toda a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Habermas, estes dois mundos, agindo em equilíbrio, interpenetram-se e subordinam-se um ao outro. Mas a colonização do mundo da vida pelo mundo sistémico é cada vez maior e corresponde ao que Habermas chama de patologia da modernidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estratégia de acção instrumental do mundo sistémico expulsa a acção comunicativa; o poder, o dinheiro, o prestígio e o sucesso tornam-se deuses, desacreditando cada vez mais os valores familiares, comunitários e as relações sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ler estes textos e pensando a arqueologia de emergência esquadrada no mundo sistémico, uma dúvida me assolou, indo de encontro a estas questões: Será alguma vez possível fazer uma boa arqueologia de emergência? Será a arqueologia de emergência efectivamente arqueologia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;HABERMAS, J. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1889.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-115991052833463599?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/115991052833463599/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=115991052833463599&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115991052833463599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115991052833463599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/10/prtica-e-moral.html' title='Prática e Moral'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-115951855577586155</id><published>2006-09-29T09:22:00.000+01:00</published><updated>2006-09-29T09:29:15.786+01:00</updated><title type='text'>Arqueólogo contra arqueólogo?!</title><content type='html'>Existem actualmente inúmeras empresas de arqueologia e profissionais que realizam arqueologia de prevenção, de emergência e/ou de contrato.&lt;br /&gt;Embora reconheça que os temas aqui apresentados possam parecer démodés (a alguns), sei que muitos de nós têm dúvidas e se interrogam sobre eles. Sei também que muitos não se atrevem a expor as suas incertezas. Conheço alguns que nunca têm hesitações. Outros verificam se os colegas fizeram um bom trabalho, sem sequer se interrogar se alguma vez lhe ensinaram.&lt;br /&gt;No campo, cada profissional deve realizar levantamentos das áreas projectadas, avaliar os vestígios arqueológicos existentes e, a partir daí, fornecer um diagnóstico do património cultural e histórico compreendido. Deverá, ainda, avaliar o grau de impactos que o património poderá sofrer, indicando alternativas que minimizem as perdas. A estes profissionais é exigida uma atitude um pouco diferente daquele que labora em Instituições e/ou projectos de pesquisa, já que ele lida com um contexto de mercado e é avaliado pelo público em geral. Embora use os procedimentos gerais de um estudo científico, este tem de harmonizar o cronograma do seu trabalho com o cronograma da obra e o trabalho dos técnicos de outras áreas. Tem que ser ágil, rápido. Acontece que se não tiver experiência e não estiver informado e formado, pode triplicar a perda de dados que, sabemos, acontece com a destruição das paisagens ou com o “desmonte” dos sítios arqueológicos.&lt;br /&gt;Este campo de acção arqueólogo, obriga à frequente interrogação: o que é que merece ser preservado, e o que pode ser destruído? Como devo ser um bom profissional de arqueologia sem causar uma atrapalhação tamanha?&lt;br /&gt;Assim se justifica este espaço, bem como a realização de encontros e grupos de trabalho voltados para o aprofundamento destas questões: estabelecer normas éticas de conduta e de criação dos quadros de profissionais que se preocupem, efectivamente, com a preservação da herança. E não tanto em saber qual o profissional ou empresa que está no terreno e toma a decisão...&lt;br /&gt;Porque é que não se evitam guerrilhas que só deformam o conceito de arqueólogo e prejudicam o Património?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-115951855577586155?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/115951855577586155/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=115951855577586155&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115951855577586155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115951855577586155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/09/arquelogo-contra-arquelogo.html' title='Arqueólogo contra arqueólogo?!'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-115697571043094957</id><published>2006-08-30T23:06:00.000+01:00</published><updated>2006-08-30T23:08:30.446+01:00</updated><title type='text'>Várias</title><content type='html'>Aproveitando o intervalo dos trabalhos de campo acontece o regresso ao espaço virtual. Ponderámos um pouco sobre as velhas posições e novas situações. Escrevemos ou não?... Escreves tu ou escrevo eu? E concluímos finalmente escrever!&lt;br /&gt;É de saudar o XV Congresso da União Internacional das Ciências Pré-Históricas e Proto-Históricas, cujo programa revela comunicações assaz interessantes! O temas a abordar são variados, focando-se igualmente questões habitualmente aqui sondadas: a metodologia, a tecnologia e a prática e/ou a capacidade de reconstituição do passado partindo do presente. Com certeza que participar deste encontro onde estarão investigadores vários, será bastante enriquecedor, podendo encontrar-se diferentes abordagens ao objecto que nos interessa efectivamente compreender.&lt;br /&gt;A casa está a ser arrumada!... a Associação Profissional de Arqueólogos está a realizar o 1º Inquérito Nacional à Actividade Arqueológica, abrangendo todos os sectores de actividade. Visa-se diagnosticar os problemas que afectam o exercício da Arqueologia e procurar uma correcta avaliação das medidas necessárias para o seu melhoramento. É positivo que frequentemente se faça esta autoavaliação, sempre objectivando o melhor para a ciência e actividade da Arqueologia.&lt;br /&gt;Finalmente, como a técnica e a teoria não nascem necessariamente ao mesmo tempo e os autores precedentes não são infalíveis, nem antevêem cada uma das novas necessidades da profissão, é bom que se debata… e é de dar as boas vindas a novos espaços que permitam conversar sobre pensamentos e realidades inerentes ao frenesi actual. Numa ronda prévia a este texto detectamos o endereço do fórum a promover pela APA &lt;a href="http://www.aparqueologos.org/forum/mboard.php"&gt;http://www.aparqueologos.org/forum/mboard.php&lt;/a&gt; e que se soma ao &lt;a href="http://arqueo-forum.awardspace.com/"&gt;http://arqueo-forum.awardspace.com&lt;/a&gt;. Ficamos satisfeitos e acreditamos que os assuntos trazidos à conversa informem e promovam o pensar da arqueologia portuguesa!&lt;br /&gt;Os variados espaços obrigam cada um dos arqueólogos a lutar contra a dispersão e focar-se no que efectivamente interessa: que é feito do pensamento arqueológico português? Na verdade, não podemos deixar de lado a premissa união faz a força ou continuamos a enganar-nos e a gritar, cada um para o seu lado: Temos direito ao exercício da pesquisa! Temos direito de empreender intervenções que permitam o registro arqueológico sob condições que assegurem resultados satisfatórios! Temos o direito e o dever…&lt;br /&gt;Em verdade a ética, a moral e a deontologia levam à união. E nesta coisa de ser douto importa aplicar o método científico ao trabalho que se faz, mas também compreender o que se está a fazer a fim de constituir preceitos para outros seguirem. E é também preciso divertir-se ou então não se deve sequer ser arqueólogo! Porque mesmo sem (tanto) dinheiro, ninguém nos tira a satisfação de fazer arqueologia! E nisto é importante a criação de novas ideias a ser sequentemente testadas por todos. Temos que confiar mais uns nos outros! E devemos ser honestos já que tratamos de assuntos sérios e de real importância. Não devemos ser facilmente corruptíveis nem pelo dinheiro, nem pela ambição da fama! O desejo de aventura e de descobrir como o objecto funciona deve continuar!...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-115697571043094957?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/115697571043094957/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=115697571043094957&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115697571043094957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115697571043094957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/08/vrias.html' title='Várias'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-115290113973397582</id><published>2006-07-14T19:16:00.000+01:00</published><updated>2006-07-14T19:40:55.036+01:00</updated><title type='text'>A questão da teórico-prática não se limita ao campo da investigação científica</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1969/2931/1600/projetos.1.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1969/2931/320/projetos.1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1969/2931/1600/projetos.0.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Instalou-se há muito tempo e continua instalada uma certa inacção no nosso ensino, embora haja cada vez mais necessidade de procurar respostas aos anseios e às dúvidas, projectando-se a realização de novos projectos que revigorem convicções ou criem novas. A questão da teórico-prática não se limita ao campo da investigação científica, mas igualmente ao ensino. Deve haver teoria na prática e prática na teoria, desenvolvendo-se assim uma crítica consciente e valorativa. A crítica da prática aduz elementos que podem ser pensados à luz da teoria. No ensino devem também tomar-se questões da prática social e encaminhá-las metodologicamente, justificando assim a necessidade da aprendizagem. A revisão deve ser permanente, o espírito deve estar vivo e ser actuante no mundo e do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Declaração de Bolonha arrancou oficialmente em Junho de 1999, apresentando os passos a dar pelos sistemas de ensino superior europeus, versus a construção de um espaço de ensino superior europeu harmonizado.&lt;br /&gt;Prevê-se uma organização estrutural de base idêntica, cursos e especializações semelhantes e comparáveis em termos de conteúdos e de duração, e diplomas de valor reconhecidamente equivalente tanto académica como profissionalmente.&lt;br /&gt;Mas a globalização pode ser viciosa, e o aumento da competitividade, a promoção da mobilidade e a empregabilidade, promovida pelo sistema de graus académicos em dois ciclos, pode não ser efectivamente positiva se o país se esquecer das estruturas anteriores que o organizam.&lt;br /&gt;Reconheçam-se as alterações ocorridas há uns anos nos 1.º, 2.º e 3.º ciclos que, preocupadas com as estatísticas, vieram promover e justificar a não aprendizagem dos alunos, permitindo a todos a saída da escola sem a preparação adequada.&lt;br /&gt;E agora, será o nosso povo capaz de contribuir para a economia do conhecimento mais competitiva e mais dinâmica do mundo, acompanhado de uma melhoria quantitativa e qualitativa do emprego? Serão os dirigentes capazes de se preocupar com a qualidade em vez de apenas com a quantidade?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-115290113973397582?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/115290113973397582/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=115290113973397582&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115290113973397582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115290113973397582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/07/questo-da-terico-prtica-no-se-limita.html' title='A questão da teórico-prática não se limita ao campo da investigação científica'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-115253371820148479</id><published>2006-07-10T13:10:00.000+01:00</published><updated>2006-07-10T13:15:18.210+01:00</updated><title type='text'>É Preciso Desafiar a Nossa Razão e a Nossa Maneira de Ser Racional!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2732/2729/1600/DSC02867%20copy.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2732/2729/200/DSC02867%20copy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma entrevista lida num jornal regional trouxe-me de volta às questões tanto aqui apresentadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inquirido respondia que nestas coisas das ciências ditas sociais as “investigações científicas e laboratoriais” deveriam permitir “produzir um conhecimento objectivo, seguro e comprovado”.&lt;br /&gt;Levou-me a pensar novamente nas teses direccionadas à relação/dicotomia entre sujeitos e objecto (s) enquanto entidades presentes no processo do conhecimento.&lt;br /&gt;Sabemos que a arqueologia se situa teoricamente num cosmos de interfaces e faces teóricas bastante vasto, e que certamente ainda não esgotou todas as possibilidades de apreciação dos diferentes enfoques possíveis neste caleidoscópio.&lt;br /&gt;Os alcances do pensamento arqueológico não se limitam ao laboratório!...&lt;br /&gt;Mas se todas as focagens são imprescindíveis, é também necessário que se considere a possibilidade de decifração do todo como apenas possível enquanto empreitada colectiva!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foucault, apelidado por alguns de pós-moderno, criticou Husserl e a sua fenomenologia por achar a sua fundamentação das relações semânticas débil, faltando-lhe o carácter ontológico definido. E ele próprio procurou fornecer os rudimentos de uma ontologia que seja profícua para garantir os fundamentos necessários, defendendo a inerência da significação à consciência, à subjectividade, como ponto originário de toda a significação e de toda a existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem apenas não é um facto natural. E o positivismo acreditava poder explicar as vicissitudes do homem a partir desta concepção. O homem não pode ser simplesmente explicado por nenhuma lei que rege a natureza. Ele é também um ser cultural…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podemos nós dar rigor ao raciocínio filosófico em relação a coisas tão mudáveis como as coisas do mundo real? Em verdade, o êxito do método científico está em que ele pode estabelecer uma "verdade temporária" útil, que será apenas verdade até que um facto novo mostre uma outra veracidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-115253371820148479?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/115253371820148479/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=115253371820148479&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115253371820148479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115253371820148479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/07/preciso-desafiar-nossa-razo-e-nossa.html' title='É Preciso Desafiar a Nossa Razão e a Nossa Maneira de Ser Racional!'/><author><name>Sergio Pereira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Oy33a3_ksuw/Tt8XBBmZMCI/AAAAAAAAAE8/YZV-x5eyxGQ/s220/DSC_4873b-700-PB%2Bperfil.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-115144706833336159</id><published>2006-06-27T23:19:00.000+01:00</published><updated>2006-06-27T23:24:28.346+01:00</updated><title type='text'>A prática social como ponto de chegada.</title><content type='html'>Os arqueólogos devem sempre começar por conhecer a origem dos vocábulos e a sua verdadeira significação (o signo: significado e significante) para poder verdadeiramente abordar as questões que importam à percepção do ser humano. Porque, conforme Oscar Wilde, “ A única coisa que devemos à História é a tarefa de reescrevê-la.” E para que o princípio seja bom é preciso usar o vocabulário certo nos territórios certos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe-lhes finalmente ser capazes de aplicar as aprendizagens que adquirem por meio da sua actividade profissional, enquanto criadores e interpretes do passado, de se tornar despretensiosos e serem capazes de conversar com os descendentes e receptores da identidade cujo embrião procuraram no passado, indo pelo presente. É confuso e incoerente que investigadores do ser humano social e cultural se escondam por detrás de chapas, tentando apreender o actor e o sistema que agiram num tempo anterior ao presente e criar um ambiente falso em laboratório. É portanto necessário ir ao encontro daqueles para quem laboramos, tal qual os profissionais de outros sectores de actividade. É preciso dar-se a conhecer e ser conhecido, ser um agente social no mundo hodierno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-115144706833336159?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/115144706833336159/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=115144706833336159&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115144706833336159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115144706833336159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/06/prtica-social-como-ponto-de-chegada.html' title='A prática social como ponto de chegada.'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-115104468284053887</id><published>2006-06-23T07:36:00.000+01:00</published><updated>2006-06-23T07:38:02.850+01:00</updated><title type='text'>Nós e o saber</title><content type='html'>Pedimos desculpa pela nossa última ausência deste espaço.   A labuta na Arqueologia a todos nós prende: ora mais, ora menos! Mas a crença na universalidade dos princípios ou a descrença nestes continuam a orientar-nos na busca dos adventos fundamentais; e a observação desta totalidade fomenta a teorização e/ou a procura de explicações que justifiquem o motivo de uma regra ou hipótese estar a ser frequentemente contrariada. Como acreditamos que muitas das linhas que nos guiam na actividade arqueológica portuguesa podem e precisam de ser repensadas, continuaremos cá. Vamos insistir em manter este espaço vivo!&lt;br /&gt;O Fórum será entretanto igualmente sustentado!&lt;br /&gt;Assim, para justificar (se é que precisa de ser justificado) o nosso debruçar-se sobre estas questões mais ou menos teóricas, deixamos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando dizemos que a filosofia não nos interessa, o que provavelmente fazemos é substituir uma filosofia explícita por outra implícita, isto é, imatura e incontrolada. [...] Esta filosofia caseira [...] supõe que um símbolo, tal como uma equação, possui significado físico somente à medida que diga respeito a alguma possível operação humana. Isto equivale a se considerar a totalidade da física como se referindo a operações, principalmente medições e cálculos, e não à natureza, o que implica num retorno ao antropocentrismo prevalecente antes do nascimento da ciência."&lt;br /&gt;Mário Bunge&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-115104468284053887?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/115104468284053887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=115104468284053887&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115104468284053887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/115104468284053887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/06/ns-e-o-saber.html' title='Nós e o saber'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-114911183215406893</id><published>2006-05-31T22:41:00.000+01:00</published><updated>2006-05-31T22:43:52.163+01:00</updated><title type='text'>PENSAR CIENTIFICAMENTE!</title><content type='html'>Os progressos da ciência conseguem-se como sequência de um trabalho cuidadoso e rigoroso. Desenvolve-se num caminho mais ou menos sistemático, procurando responder a questões científicas. Este caminho é apelidado de método científico e é corporizado por um agregado de regras básicas em que o sujeito/investigador desenvolve uma experiência. Primeiro questiona-se sobre como desenvolver a observação de um facto, segue-se a formulação do problema, avança-se uma proposta de hipótese e a realização de uma experiência procurando aferir a validade da hipótese. Finalmente desenvolve-se a análise dos resultados e a conclusão.&lt;br /&gt;O método, entre outras coisas, significa o curso para chegar a ao objectivo, a "verdades científicas” apoiadas em regras ou numa regra científica fundamental. Aqui podemos definir cientista a partir da definição de método, conforme tentou Popper ao propor o falsificacionismo, ou definir método a partir da definição de cientista.&lt;br /&gt;A hipótese como a via que deve levar à formulação de uma teoria que explica a ocorrência, foi negada por Popper. Este, desacreditando que o caminho partia das observações para teoria geral, defende uma teoria proposta a priori como uma suposição inicialmente não validada que deve resistir aos testes a que é submetida.&lt;br /&gt;O homo faber usa de técnica enquanto conjunto dos meios e os processos que permitem obter um resultado desejado. Esta, a técnica, apoia-se sobre a experiência do sujeito que a usa ou sobre a ciência que o sujeito possui para chegar ao objecto. A técnica apenas se preocupa com a utilidade e a eficácia, ou seja, com os meios. Se um arqueólogo se usar apenas da técnica, preocupando-se apenas com os meios e não com os fins, pode obter com o seu trabalho um efeito simplesmente perverso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica não se sustenta a si própria. Embora alguns defendam a sua conexão ao ser-se humano, o serviço técnico deve seguir o método científico, apoiar-se em teoria ou em teorias, submeter ao julgamento da ética inerente ao sujeito/agente do exercício ou ao grupo em que este se insere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se noutro tempo a palavra grega tekhne designava qualquer knowhow: no campo das práticas utilitárias ou no plano da arte. Hoje a palavra designa mais apenas uma actividade utilitária, desenvolvida pelo homem.&lt;br /&gt;Os filósofos da ciência foram catalogando a exactidão do conhecimento. Em 1970, Popper, considerado por muitos como o filósofo mais influente do século XX refere como a maior descoberta de Kuhn o facto de este ter notado que há períodos do desenvolvimento de uma dada especialidade científica em que os cientistas se dedicam a resolver os problemas deixados em aberto pelo paradigma em vigor. Ambos acreditam que a verdade evolui e que nunca pode ser absolutamente conhecida!&lt;br /&gt;Nietzsche propõe uma nova concepção do pensador: não se procura o “conhecimento verdadeiro”, mas sim interpretar e avaliar. A interpretação procura fixar o sentido de um fenómeno, parcial e fragmentário e a avaliação tenta decidir sobre o valor hierárquico desses sentidos, somando os fragmentos sem eliminar a pluralidade - a arte de interpretar e a coisa a ser interpretada.&lt;br /&gt;E hoje como podemos nós aceitar o que foi dito e cogitado sobre o conhecimento em Arqueologia? Como podemos nós testar as nossas hipóteses nas situações de emergência? Ou será que apenas somos sujeitos técnicos com experiência rotineira? Será que é importante haver debates onde se cultive uma grande interacção entre todos os arqueólogos?... Discussões entre os investigadores que desenvolvem trabalhos de longa duração e aqueles que desenvolvem trabalhos de emergência? Poder-se-á resolver alguns problemas em aberto, permitindo minimizar a perca de conhecimento sobre o passado? Poder-se-á chegar a um melhor objectivo se forem conhecidos melhores meios? Poder-se-ão avaliar os meios se se considerarem diferentes fins conseguidos por variados sujeitos/arqueólogos? Porque esperamos…?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-114911183215406893?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/114911183215406893/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=114911183215406893&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114911183215406893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114911183215406893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/05/pensar-cientificamente.html' title='PENSAR CIENTIFICAMENTE!'/><author><name>Uma arqueóloga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01942489503521502428</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-114794725971169120</id><published>2006-05-18T10:59:00.000+01:00</published><updated>2006-05-18T11:14:19.723+01:00</updated><title type='text'>Dando forma ao GAT.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Chegou a hora de começar a pensar numa Comissão Provisória para o GAT. A nossa sugestão passa por nomear o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://gundisalvus.blogspot.com/2006/05/por-um-tag-nacional.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Gonçalo Leite Velho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; para direccionar o processo.&lt;br /&gt;Também, sugerimos que seja discutida a proposta apresentada pelo Gonçalo, a qual  reproduzimos abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A minha proposta é a seguinte:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- O GAT (Grupo de Arqueologia Teórica) é um grupo de trabalho alargado que inclui todos aqueles que participam na conferência anual. A cada conferência, ao pagarem a inscrição, os participantes passam automaticamente a membros do GAT.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- O GAT tem uma Comissão composta por um moderador, um tesoureiro, um secretário e 3 vogais, que são eleitos anualmente na Assembleia Geral do GAT. Esta Assembleia Geral realiza-se sempre na última tarde do congresso anual, sendo moderada pela Comissão.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- À Comissão cabe o papel de garantir que o encontro anual se realizará, permitindo assim que o grupo prossiga.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Para a organização da conferência anual são colocadas propostas, à Assembleia Geral do GAT, que elegerá a que considera mais apropriada. Estas propostas são colocadas por um indivíduo ou grupo, devendo conter todas as informações relativas às condições de realização do Congresso (local, datas, logística, etc).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- É da responsabilidade do organizador da conferência anual publicar as actas do encontro, podendo ser utilizado o suporte electrónico, ou outro que o organizador considere mais válido.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- As actas do encontro deverão ser publicadas anteriormente à realização do encontro seguinte. Caso tal não aconteça a edição passará a ser da responsabilidade da comissão executiva, perdendo o organizador todos os direitos de editor.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Algumas outras notas:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O GAT não pode ser uma coisa tipo "fogacho". Tem de se estabelecer uma dinâmica que permita que o acontecimento se repita ano após ano.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para já deve-se estabelecer uma Comissão Provisória, como acontece com as associações. Como as coisas têm passado por este blog penso que a Comissão Provisória passa pelas pessoas que têm vindo a dedicar mais tempo a esta ideia, mas temos de dar o salto para uma outra realidade. Acho que a questão dos nicks tem sido de facto um problema. Parece de facto um baile de máscaras.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Notem que esta comissão provisória é apenas o motor de arranque.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A minha ideia passa para que se abra um convite à apresentação de propostas para a realização do TAG 2007, sendo que a escolha da proposta vencedora para este congresso seria decidida, excepcionalmente, pela Comissão Provisória.Isto iria permitir que as propostas não eleitas pudessem manter a sua vontade de organizar o encontro, abrindo portas ao seu futuro. De igual modo teríamos a oportunidade de termos várias propostas concorrentes com uma ampla variedade de modelos. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É que um encontro não se resume a um modelo e é mesmo este espaço de inovação que pode ser aproveitado pelos organizadores ao longo do tempo para manter o interesse na iniciativa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 2007 teremos um modelo, em 2008 pode haver outro, em 2009 outro, e por aí adiante (o TAG inglês existe desde 1979, algumas das regras que aqui exponho fui buscá-las ao modelo do CAA que funciona à mais de três décadas!!!).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por experiência sei que organizador é sobretudo a vítima (mais ou menos inocente) que apanha com o trabalho todo :). Mas este modelo permite que hajam diferentes protagonistas ao longo do tempo, permitindo que todos possam beneficiar de poderem ter um dia o trabalho de organizar a conferência.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Se a ideia resultar teremos propostas logo no início que chegariam para irmos até 2010.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Porém, continuamos a insistir na necessidade de se tentar debater neste blog em outros post, assuntos ligados a teoria, método, ética e valores.&lt;br /&gt;Foram também adicionadas mais três entradas de sites que tratam sobre filosofia a nossa lista de links.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ifl.pt/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.ifl.pt/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.filosofia.org/filomat/pcero.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.filosofia.org/filomat/pcero.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.geocities.com/mcrost02/index.htm"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://br.geocities.com/mcrost02/index.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Saudações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-114794725971169120?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/114794725971169120/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=114794725971169120&amp;isPopup=true' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114794725971169120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114794725971169120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/05/dando-forma-ao-gat.html' title='Dando forma ao GAT.'/><author><name>Sergio Pereira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Oy33a3_ksuw/Tt8XBBmZMCI/AAAAAAAAAE8/YZV-x5eyxGQ/s220/DSC_4873b-700-PB%2Bperfil.jpg'/></author><thr:total>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-114743595723003808</id><published>2006-05-12T13:09:00.000+01:00</published><updated>2006-05-12T13:12:37.233+01:00</updated><title type='text'>TAG ou GAT, O que importa é que seja já.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;De facto, o momento é agora.&lt;br /&gt;Parece que a vontade de uma TAG nacional começa a crescer.&lt;br /&gt;Como o Gonçalo escreveu no seu &lt;a href="http://gundisalvus.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Blog&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt; &lt;em&gt;“Penso que já é hora. Hora de construir algo diferente, onde se debatem temas prementes, onde todos são iguais e uns não são mais iguais do que outros. Um espaço onde todos se podem mostrar e ninguém tenha de se esconder.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Porém, é necessário começar a dar forma a ideia antes que se esvaia. É necessário sermos sensatos e estarmos unidos por este ideal.&lt;br /&gt;É urgente estarmos preparados para sabermos o que poderemos sugerir, pois todos nós sabemos a deficiência que existe na arqueologia portuguesa em relação a teoria. Um bom exemplo disto é a enorme quantidade de sites (vide links deste blog) estrangeiros que falam sobre teoria. E nós?...falamos sobre o quê?&lt;br /&gt;O que podemos fazer e falar? O que temos que falar e fazer?&lt;br /&gt;Abrimos este espaço para um debate com objectivo de aprender e de melhorar cada vez mais a investigação arqueológica neste Pais e para daqui a um ano o sonho se transforme em realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Arqueólogo e Uma Arqueóloga&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-114743595723003808?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/114743595723003808/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=114743595723003808&amp;isPopup=true' title='56 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114743595723003808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114743595723003808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/05/tag-ou-gat-o-que-importa-que-seja-j.html' title='TAG ou GAT, O que importa é que seja já.'/><author><name>Sergio Pereira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Oy33a3_ksuw/Tt8XBBmZMCI/AAAAAAAAAE8/YZV-x5eyxGQ/s220/DSC_4873b-700-PB%2Bperfil.jpg'/></author><thr:total>56</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-114743556600669687</id><published>2006-05-12T13:01:00.000+01:00</published><updated>2006-05-13T20:21:11.100+01:00</updated><title type='text'>Objectivando o Diálogo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não gostaríamos de ver deixado de parte o primeiro assunto: a teoria, a metodologia e outras considerações mais ou menos filosóficas, que actualmente são avançadas por alguns informados. O pensamento arqueológico!...&lt;br /&gt;Também deveríamos falar de Wheeler, questionar a Harris Matrix e as concepções de Barker, no âmbito da Arqueologia actual. A diferença entre a Arqueologia de salvaguarda e de investigação não pode tornar-se num fosso. A qualidade deve ser exigida. E os retalhos da História de uma cidade, região ou país, devem acabar!...têm que acabar!&lt;br /&gt;Acreditamos que estes temas são os pilares mais importantes, porque contribuem para o amadurecimento, autonomia e personalidade do grupo e da ciência.&lt;br /&gt;A TAG é uma consequência da necessidade criada no seguimento desta discussão, deste diálogo que ainda devemos amadurecer mais!&lt;br /&gt;Vamos abrir um espaço para avançar com o Theoretical Archaeology Group.&lt;br /&gt;Entretanto é preciso informarmo-nos sobre processo de Bolonha (há necessidade de criar cursos de onde saia gente de pensamento independente e com flexibilidade!); é preciso insistir em formação contínua, no reconhecimento da carreira e no cartão de identificação, na deontologia e preparar-se para o mercado europeu.&lt;br /&gt;As empresas e as universidades e outras entidades, e os próprios arqueólogos, insistem em continuar de costas voltadas… será por causa do dinheiro? Do poder?...valores tão efémeros perante o Património e a identidade…&lt;br /&gt;Falava-se ontem na gestão do património. E fala-se sempre!... Será que estamos TODOS a devolver à sociedade o que lhe devemos? Note-se que o Património em que actuamos não é do X ou do Y. Note-se os dinheiros públicos e os dinheiros particulares usados nos trabalhos de arqueologia são da sociedade! E a legislação… que se vai alterando sem nunca servir, de facto, a causa e o fim que nos mantém a laborar!&lt;br /&gt;Porquê debater os assuntos já referidos neste espaço? Porque todos devem ser informados sobre o aconteceu, o que acontece, objectivando futuros outros debates. Esta é a nossa ideia. Cada um falará do que sabe com vista à preparação para daqui a um ano. Que vos parece?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma Arqueóloga e Um Arqueólogo&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-114743556600669687?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/114743556600669687/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=114743556600669687&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114743556600669687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114743556600669687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/05/objectivando-o-dilogo.html' title='Objectivando o Diálogo'/><author><name>Sergio Pereira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Oy33a3_ksuw/Tt8XBBmZMCI/AAAAAAAAAE8/YZV-x5eyxGQ/s220/DSC_4873b-700-PB%2Bperfil.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26068818.post-114598625206490388</id><published>2006-04-25T18:20:00.000+01:00</published><updated>2006-04-25T18:32:38.896+01:00</updated><title type='text'>Conduz-nos a vontade de ser arqueólogos modernos! E não apenas arqueólogos com experiência comprovada.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Infelizmente os arqueólogos portugueses continuam a não discutir entre si questões inerentes à teoria da arqueologia. Não se traduzem os trabalhos criados no estrangeiro e nem se elaboram obras monográficas acerca de diferentes assuntos de arqueologia, reunindo informações relevantes. Poucos entre nós escrevem textos que focam o assunto, mas não incentivam à discussão em “praça pública” ou não conseguem cativar os arqueólogos à discussão.&lt;br /&gt;Grande parte dos arqueólogos que existem no nosso país, estão inseridos nas empresas de arqueologia e laboram em situações de urgência, de socorro. Neste contexto poucos são os que se questionam sobre a teoria na arqueologia e menos serão, acreditamos, aqueles que procuram obras sobre o tema. Não há muito tempo livre! Dado o encadeamento da arqueologia nacional, seria excelente poder contar com a ajuda de todos os detêm algum esclarecimento e conhecer as opiniões e experiências de cada um para melhor poder aperfeiçoar as práticas de trabalho.&lt;br /&gt;A nós parece-nos que seria muito frutuoso colocar todas aqueles que fazem “trabalhos de arqueologia” a questionar-se sobre a validade dos paradigmas existentes. Ao promover este blog acreditamos que da discussão nasce a luz e que assim, todos “nóses” os arqueólogos ou outros técnicos da área poderíamos alterar e melhorar os nossos métodos e técnicas no trabalho no dia a dia.&lt;br /&gt;Por outro lado seria bom que “nóses” informássemos outros sobre o que sabemos, o que achamos necessário aplicar ou rever no nosso dia a adia de campo, durante um trabalho em particular.&lt;br /&gt;É preciso tirar dos bolsos todas as ideias de mudança que costumamos guardar bem guardadas, eliminar os preconceitos, despir a mente de ideias pré-concebidas e trocar ideias uns com os outros, em vez de criticar o colega que destruiu o sítio arqueológico que talvez, ou melhor, o mais provável é que nunca lhe tenham ensinado a identificar. É importante que no nosso país haja uma clarificação de pontos de vista no que respeita às concepções e noções teóricas e de investigação!&lt;br /&gt;Mesmo sendo avesso ao tema da teoria, é sempre positivo debruçar-se sobre ela. É importante discutir o conceito de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Middle_range_theory"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Middle range theory&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; aplicado ao dia a dia de campo e falar do melhor conhecimento que cada um tem, no âmbito dos trabalhos de arqueologia.&lt;br /&gt;É preciso falar de Shanks e de Tilley, conversar com o sociólogo, o biólogo, o economista, o francês o inglês, o americano… e vestir o vestimenta de um arqueólogo moderno, com vista a criar um estudo científico dos povos do passado, da sua cultura e do seu relacionamento com seu ambiente. Não podemos esquecer que a finalidade do arqueólogo é compreender os seres humanos no passado, como interagiram com o seu ambiente e preservar esta aquisição para o presente, projectando-a no futuro.&lt;br /&gt;É necessário questionamo-nos sobre as possíveis abordagens existentes numa escavação convencional e numa escavação de urgência. É preciso conhecer a teoria arqueológica, usar as técnicas e métodos e fazer a recolha de dados precisos em diferentes situações. É preciso usá-las gerindo o tempo, o dinheiro e afins contextualizados por uma ética.&lt;br /&gt;A arqueologia é uma ciência que deve recorrer a métodos científicos já usados por outras ciências ditas exactas. Na verdade nada que envolve o ser humano é completamente exacto, mas pode seguir padrões. mesmo que não siga modelos. É necessário que os arqueólogos, enquanto sujeitos de estudo se debrucem sobre o objecto de estudo, homens também, abordando os vestígios (através dos quais pretende chegar ao homem) de forma metodológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa questionar qual é a ciência (mais) auxiliar das outras, mas sim reconhecer que a arqueologia caminha cada vez mais pelos seus próprios meios, alcançando dados e permitindo estudos sobre o Homem, racional e sentimental, objectivo e subjectivo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Uma Arqueóloga e Um Arqueólogo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26068818-114598625206490388?l=arqueo-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/feeds/114598625206490388/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26068818&amp;postID=114598625206490388&amp;isPopup=true' title='78 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114598625206490388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26068818/posts/default/114598625206490388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arqueo-blog.blogspot.com/2006/04/conduz-nos-vontade-de-ser-arquelogos.html' title='Conduz-nos a vontade de ser arqueólogos modernos! E não apenas arqueólogos com experiência comprovada.'/><author><name>Sergio Pereira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Oy33a3_ksuw/Tt8XBBmZMCI/AAAAAAAAAE8/YZV-x5eyxGQ/s220/DSC_4873b-700-PB%2Bperfil.jpg'/></author><thr:total>78</thr:total></entry></feed>
